terça-feira, 6 de abril de 2010

Memórias



Memórias Constantes.


Hoje meus pensamentos vão ao desconhecido
Percorrem minhas dúvidas cessantes
Minhas revoltas consequêntes.
Minha alma está vazia
se esconde por trás de fagulhos
Cortam minha mente!


Memórias me sangram
Latejam em meu consciênte
Escondo-me de lembranças.


Fechei meus olhos pra simplesmente esquecer
Agora sei que todas elas me perseguem
Lembranças passadas
Memórias fracas
Estarei lá pra arranca-las de mim

Faça-me esquecer.


Linhas tortas,apagadas
Minha mente se enconde de mim
Onde está as lembranças?
Elas me cortam,desgatam.
Torturo-me pra retirar-las.

Faça-me apaga-las.

Meu corpo dorme,
Minha alma deleita...
hoje...
Ainda recordo.

Memórias Constantes.

Liberta-me.

Liberta-me
Por Trás De Meu Doce Sorriso,
Se Escondem Os piores Rumores
E Fagulhas em Minha Suplicada Mente.
Meus pensamentos São há Todo instante
Pertubados
Por Lembranças Inquietas
Dolorosas e Cortantes.
São porém Gritos de minha Alma Piedosa
E De minha Angústia Dilacerante
Que me Atormentam Com seus Frios Momentos de Dor.
Dias imersos de Caus
Onde a Tristesa Adorna as horas
o Recentimento os minutos,
Que poís Cortam-me em Pedaços
Oferecendo-me Depois estilhaços profundos
de Meu Próprio Turpor.
Meu corpo Despedaça aos poucos,
Fogem de mim Com Audácia.
Onde Estou Agora?
Sobre Tal remorso...
e dor que minha Alma ainda Resgata.

Liberta-me.